meldels, como é grande o seu! (carro)

Ontem eu estava entrando na minha garagem em casa, e pensei: PUTZ! O carro da moça do BAR (é a placa do carro dela) estava na garagem. Ou seja: manobras master pra eu conseguir ir pra minha vaga. E o pior: quando eu cheguei perto, vi que ainda por cima ela estava mega mal estacionada, ou seja: manobras ultra mega master powerful pra eu conseguir ir pra minha vaga.

Suei tanto manobrando pra não raspar de novo, que depois até fiz algo que eu queria fazer há séculos: deixei um bilhete pra ela.

Bilhete para a vizinha

com direito a gravuras

Como eu sou querido né? Só faltou mandar beijos. Claro que eu levei mil anos pra fazer isso, sempre quis, mas como eu sou curitibano agora, e meu carro também, nós dois não quisemos falar com estranhos, nem pra reclamar da vaga.

Hoje de manhã, saindo de casa, o carro dela (e o bilhete) ainda estavam no mesmo lugar, provavelmente o prédio inteiro viu e pensou que eu sou um mocorongo nas manobras, MASSS isso era pra ser informação confidencial. Na verdade eu nem sou tão ruim de manobras assim, ok? Ontem eu fiz uma baliza numa vaga que, quando eu olhei depois, pensei comigo “se eu tivesse visto o tamanho da vaga direito, nem teria tentado”.

O problema é que o Migo é maior que o Nnovo, tipo, beeeeeeem maior.

Hihihi

trocadalho do carilho

Pros lados né. Fucei no google aqui, e descobri que o Nnovo tinha 1,608m (1,768m contando os espelhos) de largura. O Migo tem 1,765m e 1,905m com espelhos. São 16cm a mais pra manobrar na garagem apertadinha do prédio. Pois é, tenso.

Aliás, mais um problema: garagens apertadas nos prédios. Geralmente no subsolo, posicionadas de forma a ninguém caber, nem conseguir entrar, nem sair.

Na verdade, nós no Brasil temos um sério problema com carros: todo mundo quer um, todo mundo financia um, mas ninguém sabe dirigir direito, nem quer pegar trânsito, e aí vira esse caos.

Lembram do dia sem carro que eu fotografei?

Dia sem carro

sem carros no dia sem carro OU

Pois é, mesmo no “dia sem carro”, pessoal não sai de casa de outro jeito.

Sinceramente, minha opinião é: carro é uma bosta, gasta horrores, ocupa um monte de espaço, estressa no trânsito, etc, etc.

Mas claro que eu não largo o meu, porque me digam: qual é a outra opção? Ir de Santa Cândida – Capão Raso lotado pros lugares?

Grazadeus que eu ganho bem (CHEFE NÃO LEIA ISSO, ACEITO AUMENTOS AINDA!) e posso pagar manutenção, seguro e combustível pro meu carrinho, porque olha… o real problema no Brasil, que são os transportes, estão longe de ter uma solução. Então ao menos eu fico dentro do ar condicionado com música.

BJS PROS POBRE rsssss

Galere, comunicado importante: Natal chegando, Ano Novo chegando, então não teremos mais posts esse ano ok? Volto a postar em 2 de janeiro, no próximo OPINIÃO DE QUINTA. Então beijos, feliz natal, feliz ano novo e foi ótimo ter tido vocês aqui no blogs ❤

Boa noite lua, boa noite stars!

o maravilhoso mundo do udon

OE GALERE!

Hoje é dia de resgatar um assunto que eu adoro, e vocês eu espero que adorem também, mas se não adorarem, azar.

O assunto é:

Comida

COMIDA!

Mas não qualquer comida… uma comida exótica, mirabolante e misteriosa encontrada pela primeira vez nos confins de um mercadinho apertado e confuso na Liberdade, em São Paulo, no mesmo dia da história do visto americano.

Uma comida chamada Udon.

Udon

que cachorro feio (referência para esta piada aqui)

Vamos combinr que por essa fotinho o troço é bem feio né, parece uma minhoca gigante… quase no naipe da sopa de sanguessuga, mas como daquela vez, a coisa é feia mas é boa.

Udon é o nome do macarrão, assim como “miojo” não se chama “miojo”, se chama “Lámen” ou “Rámen” em japonês, porque eles não sabem falar o L. Mas a coisa que eu comprei lá nos confins do mercadinho era tipo o nosso ~miojo de cada dia, que vem com temperinho e blablabla, digamos que é pra ser similar ao cup noodles. Só que mais fofo

Udon

oooooownnnn

Esse Udon era sabor ursinho fofinho sorrindo, mas eu descobri que tem outros (já chego nessa parte).

Bom, fofura à parte, será que é bom? Oficialmente era sabor camarão (o cunhadjeenho estava comigo e me disse que era camarão antes de eu comprar), mas diversas pessoas me falaram DANGER CUIDADO ÇOCORR É APIMENTADO! Vai saber né… só comendo pra saber…

E pra comer, só preparando…

Abri o pacotinho, tinha várias peças dentro;

Udon aberto

peça auxílio a um adulto para abrir

Vixxxx, e agora? Como que faz essa birosca? Tinha instruções em japonês do lado, mas eu obviamente não entendi nada, e o desenho não ajudava nada, então, bem, vamos usar a tecnologia a nosso favor.

Procurei no Youtube… nada útil.

Resolvi testar a tal Pesquisa por Imagem do Google, que promete ser mágica, e não é que a dita cuja funciona? Achou um moooonte de páginas que tinham a foto desse udon sabor ursinho fofo, inclusive foi aí que eu descobri que existe também outro sabor:

Udon's

sabor ursinho fofinho assustado (à esquerda, lógico)

Pelo desenho, eu chutaria que é sabor rolinho primavera, mas não deve ser né? Exótico demais.

Anyway, a pesquisa por imagens só encontrou páginas japonesas 😦 E eu não entendi nada. Resolvi voltar ao básico e procurar por “udon” no Google, até que VEJÃO o que eu achei!

Udon alternativo

udon paralelo, com instruções em inglês!

Aí sim, segui as instruções, conforme o que tava escrito, e fiquei me perguntando também POR QUE tem que escorrer o macarrão e depois colocar água de novo… mas tudo bem.

Olha só como ficou 🙂

Resultado do Udon

já comi coisas mais bonitas RSSSSSSSSSSSSS

E antes de sentar no sofá ver meus seriadinhos decadentes, eu decidi jogar fora a embalagem, e EIS QUE no verso do ursinho fofinho sorrindo eu encontro…

Instruções para udon

as instruções originais

Troféu joinha pra mim por ter tido a capacidade de não enxergar as instruçõesa no verso. Sério, que burro.

Essas aí, mesmo em japonês, daria pra adivinhar pelo desenho.

Mas enfim… o Udon ficou bom, e esse foi o post bobinho sobre comida de hoje 🙂

Ursinho fofo again

Arigato! Boa noite lua boa noite stars!

how i met your ninth season

BOM DIA galere, hoje um post matinal, pra variar um pouco 🙂

E só pra avisar… vai ter SPOILERS… porque o assunto é…

…tchan tchan tchan tchan tchaaaaaaan…

How I Met Your Mother

How I Met Your Mother

Lembram desse post, em que eu conto que apresentei o seriado pra Chuck e pra @Lo_wski? Pois eu apresentei o seriado pra mais gente, pq sempre foi muuuuuuito bom, engraçado na medida certa, sem gastar a cabeça, sem ser desconexo, cheio de ótimas referências, etc…

Até que…

Jason Segel rumors

Jason Segel quis largar a série

Pra quem não sabe, Jason Segel é o Marshall, e ele não quis fazer a nona temporada, porque sua carreira no cinema está indo bem (?). A partir disso, derivam duas coisas:

1 – Eu acho que ele estava certo. Não precisávamos de uma nona temporada, ao menos não essa buesta que está aí no ar. Todo mundo comemorou quando o seriado foi renovado pra mais uma (e última, supõe-se) temporada, e os últimos episódios da oitava, já com a próxima temporada garantida, foram coisas idiotas como Barney & Robin ~disputando~ picuinhas com outro casal aleatório num restaurante, ou Ted sozinho no bar vendo 5 pessoas do futuro numa situação imaginária. Sem graça, sem nexo. Desnecessário. Se era para ser só enrolation a partir da renovação, era melhor nem ter renovado.

2 – Como foi ele que empacou a nona temporada, parece que os produtores/diretores/roteiristas colocaram ele de castigo num carro por 10 episódios consecutivos

Marshall and Daphne

com a Daphne

que é uma personagem que nunca tinhamos visto. Ok, eu gostei dela no seriado, a participação dela foi ótima, ri muito com ela dublando a Lily. Mas chegou a um ponto em que todo mundo cansou de ver ele ou no carro, ou no iPad, ou whatever. Produtores mimimi cagando com a história again.

E bem, depois de renovado, etc, etc… season finale da oitava temporada, EIS QUE:

Mother of HIMYM

o público conheceu ~a mãe~

Não, o problema não é a atriz, ela é ótima. O problema é: E AGORA, JOSÉ?

Vimos a mãe, agora queremos ver como o Ted vai conhecê-la, deve ser esse o tema da nona temporada então, uma série de desventuras em que ele quase conhece a mãe…

Barney self-shot

BÉÉÉ! WROOOOONG!

Não, a nona temporada tinha que ser o casamento, que supostamente seria o casamento mais #FAIL do universo, cheio de coisas dando errado, e dando história pra temporada. Eu já não tinha gostado da ideia no começo, me pareceu fraca demais.

Mas né, a realidade da temporada teve que ser mil vezes pior.

NADA interessante aconteceu até agora, ABSOLUTAMENTE NADA!

A história tem tantas histórias em aberto, tem tanta margem pra novas piadas em referência às temporadas anteriores… e o que eles fazem?

Nada.

Ou não – eles até fecharam algumas histórias que sempre quisemos ver: a mãe da Robin, por exemplo… queimaram essa história com um “ela não vem”. Tipo, só isso? Sim, só isso.

Anyway, agora nós temos ainda metade da temporada pra saber como a história vai fechar (se é que vai fechar). E só nos resta assistir sem desistir, porque depois de oito temporadas e meia, depois de quase DUZENTOS episódios, não dá pra abandonar nos últimos doze, né.

Boa sorte pra todos que assistem.

PS: Sim, eu achei interessante o episódio da rima, mas não teve muito conteúdo também.

são paulo

ATENÇÃO: este é provavelmente o post mais longo da história do blogs… só pra vocês saberem. Peguem um pacote de doritos ou outro snack, porque já vai ser amanhã quando vc terminar de ler (não sei resumir histórias direito, sorry)

Agora que estão todos avisados, vamos lá… essa longa história começa na quinta-feira, com uma ida a São Paulo por motivos de entrevista do visto americano. A dona Bia, esposa do @morimotoson, queria porque queria sair de Curitiba às seis e meia da manhã, e eu só pensei comigo “meu, que disperdício, vamos chegar lá meio-dia e meu agendamento no CASV* é só 16h45″… no fim ela foi convencida a sair 7h30 da manhã, o que ainda eu achei disperdício, mas tudo bem.

E enfim, 7h30 eles me buscaram em casa, e levaram a fofa da Letícia junto, e começou assim a nossa roooooooooooad triiiiiiiiip!

Eu pensei nessa música mas esqueci de baixar pra levar 😦

Anyway, quando faltavam sei lá, uns 130Km, começa a desgraça… chegando num pedágio, primeiro indício suspeito: filas no “Sem Parar”

Fila do Sem Parar

sem parar

Nós passamos do pedágio e andamos o espaço de um carro e paramos. Fuééééén, tudo parado. A moça do pedágio inclusive nos informou que a fila era por causa de um acidente que era marromeno dali a 20Km.

OBAAAAAA!

Quase duas horas de anda e pára depois, nós já estávamos praticamente desistindo, chegamos a mandar email para um colega do @morimotoson pra saber o que acontecia caso nós perdessemos o horário no CASV*, mas no fim ficamos sem internet na serra, por motivos óbvios.

Até que uma hora lá, a coisa andou, passamos pelo acidente e a coisa andou um pouco melhor, mas não muito, visto que subida de serra com um bilhão de caminhões se ultrapassando, além de perigoso, é demorado.

Quando estávamos chegando perto de SP, bem, vamos precisar de um GPS. Mais #fails: o iPad dele não funcionou, o iPhone dele tinha sido estragado na véspera por braço-curtisse dele mesmo, o GPS do carro sei lá pq não funcionava, no fim sobrou meu Waze e a Tim.

Bendita Tim, viu? Fez a gente calar a boca, o Waze colocou a gente lá dentro do coração de SP, no meio das filas, mas calculou o tempo que a gente ia chegar, e chegamos naquele mesmo tempo… ou quase isso… num dos desvios que ele fez, o tempo de chegada ia aumentando minuto a minuto, fazendo a gente ficar tenso a cada esquina.

De qualquer forma, chegamos QUATRO minutos antes do meu horário lá no CASV (*que significa Centro de Atendimento ao Solicitando de Visto)… pra pegar fiiiiiila, e quando chegar a vez, tirar uma foto, fazer biometria e só. AAAAAAARGHHHHHHHH porque não fazem um dia só? Que raiva, tanto transtorno, tanta incomodação pra chegar lá e ser atendido durante menos de um minuto.

Marina

depressão

Dali fomos pro hotel… mais trânsito, mais Waze, etc, check-in, blablabla, vamos no shopping que fica na frente pra jantar? Vamos! Desce do elevador… CHUÁÁÁÁÁÁ chuva.

Chuva em SP

terra da garoa

Fazer o que né… esperamos baixar um pouco e fomos lá, e foi um povo sem educação esbarrando sem pedir desculpa, que olha… curitibano não fala nada, mas ao menos não esbarra pra não ter que pedir desculpas.

Lógico que tirar visto não é só biometria e foto, tem entrevista no dia seguinte, pra fazer a gente gastar com hotel também. A entrevista é no consulado, que é em outro lugar (pra que dois dias E DOIS LUGARES? Pois é…)

Fomos à pé, e não pode levar celular nem eletrônicos, nem nada, só os documentos.

Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiila pra entrar no prédio (no CASV a gente achava que tinha fila, até chegar no consulado).

Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiila da segurança, pra passar no detector de metais.

Uma salinha de espera pra ser chamado pelo nome, e aí, finalmente, a dita cuja da entrevista…

A mocinha lá me perguntou tipo três coisas úteis só, pra onde vou nos US, com quem, e o que eu faço aqui… essa parte vale a transcrição:

– Eu sou analista de sistemas…

– …

– …

– O sistema travou.

Bem na frente do analista né hehehehe tivemos que rir, os dois.

NPH Joinha

que beleza

Solicitação aprovada, a entrevista durou tipo um minuto e meio também. Pois é. Ao menos ganhei elogio pelo inglês do meu formulário, a moça disse que era inglês avançado 🙂

Depois de todos aprovados, etc etc, hora de ir embora, etc… eu fiquei em SP por motivos de aniversário do cunhadjeenho, mas eles que voltaram levaram DOZE horas pra chegar em casa em Curitiba.

Agora eu pergunto: POR QUE? Custaria tanto assim eles terem um escritório pequeno em Curitiba pra gente não precisar ir até SP?

Pior road trip ever, e olhe que eu já viajei com a família numa Belina, e outra vez num Escort que eu tinha que ligar a ventoinha manualmente com dois fios quando tava esquentando o motor.

Mas ok, o visto está resolvido, já vou poder ir pra NYC 🙂

New York

promessas pro ano que vem (?)

(tomem um café agora, que chegamos ao fim da primeira ~história desse post, e a segunda é mais light)

Como eu fiquei em SP, o cunhadjeenho foi me buscar lá no Shopping Morumbi, que era na frente do hotel, e os planos eram dar uma voltinha pela Liberdade antes de buscar a Chuck no aeroporto de Campinas.

Vou dizer pra vcs que a Liberdade é um bairro bem interessante… muitas coisas inéditas pra ver num mercadinho, comprei uns biscoitos de alga marinha, uma coisa chamada Udon, que parece Cup Noodles, mas que eu não sei o gosto ainda porque eu não sei preparar (tóin!), e mais um moooooonte de coisa que eu nunca tinha visto na vida. Além disso, tinha um shoppingzinho cheio de coisas nerds, de coisas de animes, e com pessoas fazendo cosplay (e cospobre também) à luz do dia.

Até o sinaleiro para pedestres é diferente:

Semáforo de pedestres na Liberdade

essa foto não fui eu que tirei nem editei nem nada

Tinha até gente falando japonês na rua! Muito bom, adorei, em breve volto lá 🙂

Próxima aventura: ir até Campinas buscar a Chuck… mais fiiiilas, etc, mas chegamos vivos lá e tudo mais. Dali seguimos pra Indaiatuba, pro apartamento dele, e depois pra comer pizza até sair pela orelha, já que era aniversário do mocinho né 🙂

Engraçado foi que eu encontrei o lugar onde o vento faz a curva… é em Indaiatuba 🙂

Nuvens em curva

muito importante né zzzzzzzz

Mas claro que ficar lá não foram só flores. O apartamento dele é tipo uma república para os comandantes da Azul, que em geral são todos velhos e/ou gordos.

Que roncam.

Muito.

Demais.

Horrível!

Eu tive o grande azar de dormir num colchão no mesmo quarto que um dos outros comandantes, que chegou só de madrugada, e primeiro ligou a luz do quarto, e me acordou, e depois que eu dormi de novo, ele se deitou na cama dele só de cueca (VIX QUE HORROR) e começou com os sons de britadeira. Acordei 4h30 da manhã e até fui tomar uma fresca na sacada pra desbaratinar um pouco… no fim acabei dormindo de novo, e fui acordado antes das 6h pela Chuck, porque nós três viríamos pra Curitiba passar o resto do final de semana.

Todos prontos, etc, aeroporto de Campinas again, check-in, blablabla, e, como a gente era passageiro stand-by (ou seja, só embarca se tiver lugar vazio no voo), lá estávamos nós torcendo pelos no-show da galere.

E não deu certo, não conseguimos vaga no primeiro voo, nem no segundo, e aí, bem, o que fazer? Pegar as bagagens de volta e… opaaaaaa, a bagagem conseguiu embarcar pra Curitiba. Fuén fuén fuén fuén! Mandaram as malas de volta no voo seguinte, e elas chegaram em Campinas perto das 14h. Bem, fora isso, podíamos continuar esperando ou tentando pegar os próximos voos, mas todos estavam lotados, inclusive no domingo, e como eu tinha que estar aqui na segunda pra trabalhar, eu era obrigado a vir.

Solução: pegar um voo pra Joinville, e voltar de ônibus pra Curitiba (já que a segunda opção era voltar de ônibus de Campinas pra cá, e levar talvez as mesmas doze horas que o @morimotoson levou).

O voo era só no fim da tarde, então voltamos pra casa pra dormir. Chegando lá, mas que vergonha, só tinha A BRITADEIRA em casa dormindo, e quando finalmente todo mundo se instalou direito pra cochilar, lá estava eu no sofá da sala e a britadeira acorda e vem puxar assunto.

– Ah, desculpa, eu te acordei ontem né?

Macaco oi rs

– É.

Ontem e naquela hora também né, porrãn… mas enfim, ele puxou tanto assunto que eu não consegui dormir.

Enfim… pro voo que eu pretendia pegar pra Join, tinha 40 lugares, e só eu de stand-by, então deu super certo, embarquei e, como mamai e papai estavam em Join também, viemos todos juntos no carro deles pra Curitiba.

E foi legal, até jogamos Mario Kart 64 nós três 😀

Ufa! Que final de semana mais longo, né? Agora pega uma água que vamos pra terceira parte, porque assim como 2013, que já devia ter acabado mas ainda não acabou, essa história também não acabou.

Estava eu lá lindo e formoso colocando louças na pia, etc, peguei meu celular meio desajeitado e aí ueeeeeeeepaaaaaaa, saiu voando pela cozinha e aterrisou com a tela virada pra baixo no piso. Resultado: vidro da tela quebrou inteirinho.

😦

(eu quis tirar fotos mas não tinha como né)

O que fazer?

Bem, eu não quis dar uma de gênio e trocar sozinho, vai que eu estrago outra coisa no aparelho, né @morimotoson? Garantia não cobre danos por quedas, então, bem, assistência técnica.

Hoje de manhã fui “cedinho” na autorizada da motorola, que fica a algumas quadras de casa, e mandei trocarem a tela. 225 dilmas. Mas nem fiquei chateado, bens materiais a gente se vira, sempre dá pra dar um jeito né.

Diva

eu sou ryca, foda-se

Arrumaram na hora, esperei uns 40 minutos ali e recebi o telefone inteirinho novamente, nem parece que ele levou um tombo ontem.

Mentira, parece sim, o resto da carcaça ficou marcado também… mas no fim deu tudo certo e eu estou aqui postando.

Agora acabou o post.

E ESSE ANO DE 2013 QUE NÃO ACABA HEIN?

Já chega, pode parar de acontecer coisas, pqp…

musicão do schubert

OEEEEEE GALERE!

E depois de uma black friday #fail …

Black Flayder

muito bães, champz

(vamos combinar que as usual, foi bem sem sal a black flayder)

… eu tive um sábado EPIC WIN!

Sábado agora foi o dia da tradicional/anual apresentação de encerramento de ano da Amalfi & Voss! Aconteceu no Teatro Fernanda Montenegro, que aliás, é MUITO bonito não só para o público, como bem organizado nos bastidores também. Quem precisar alugar um dia e etc, é uma ótima opção (desconsiderando o preço que eu não faço ideia)

E dessa vez (como no meio do ano no Paiol), as profes escolheram uma música MUITO foda – uma peça de Schubert a 4 mãos.

Esse é o Schubert:

Schubert

com licença estou resfriada

A peça se chama Marcha Militar, e porraaaaaan, muito foda de tocar. Acho que foi a música mais difícil que eu já toquei na vida. E é linda ainda por cima 🙂

Pena que nós tivemos que cortar uns pedacinhos repetidos pra caber em três minutos, mas de qualquer forma, depois de estudar tipo meio ano pra apresentação, vejam só como ficou:

Demais né?

Então, vejam aí mil vezes, eu estou com preguiça de escrever mais, então aproveitem a música!

Beijos e boa noite lua, boa noite stars!

PS: Quinta não teremos post por motivos de vou viajar, ok?